NOSSOS HORÁRIOS

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Deus, Criador (aula 02/2011)

Data: 26/02/2011

OBJETIVOS:
Mostrar a diferença entre a obra divina e a obra humana. Provar a existência de Deus.
Harmonização (5 minutos):
Prece inicial.
1- Atividade Introdutória (10 minutos):
1.1) Colocar no quadro o tema da aula junto com outras letras embaralhadas (em cor diferente o tema), para que eles possam descobrir.
1.2) Distribuir algumas figuras de animais; plantas; homens; mulheres; prédios; industrias; carros e etc. Pedir que as crianças separem o que foi criado por Deus e pelo Homem.
2- Atividade Reflexiva (15 minutos):
2.1) Dividir a turma em 2 grupos e entregar alguns cartões com as seguintes perguntas:
a) O que é DEUS?
b) Por que somos todos filhos de Deus?
c) Onde podemos adorar a DEUS?
d) Cite 2 obras de DEUS:
e) Por que DEUS é eterno?
f) Por que DEUS é bom?
g) Por que DEUS é justo?
h)Por que DEUS nos criou?
3- Atividade Dinâmica (30 minutos):
3.1) Será feito um círculo no chão e as crianças deverão ficar em volta de pé do lado de fora do círculo. Cada crianças estará com uma placa pendurada no pescoço com as seguintes virtudes: AMOR/ HARMONUA/ PAZ/ ETERNIDADE/ HUMILDADE/ PERDÃO/ CARIDADE e etc. O evangelizador irá falar DEUS É... (uma virtude), todas as crianças que estirem com a placa daquela virtude entrará no círculo. Sucessivamente com as demais. Para as crianças saírem do círculo o evangelizador repete a virtude. O evangelizador poderá falar outras palavras que não tem nada haver com as virtudes, para verificar se todos estão atentos na brincadeira, podendo chamar a atenção dos desatentos.
3.2) Entregar 2 quadrados de 15 cm para cada criança, para a confecção de um cachorro (dobradura).
3.3) Distribuir desenhos referente ao início da aula para colorir.
4- Atividade Conclusiva (15 Minutos):
4.1) Reforçar com as crianças sobre DEUS o Criador.
5- Harmonização Final (5 minutos):
Prece final
6- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):

Evangelizadoras: Juliana e Martha

Deus, Criador (aula 02/2011)

Data: 26/02/2011

OBJETIVOS:
Compreender que Deus está em toda parte e sempre recebemos o amparo, desde que o busquemos e que ofereçamos; Perceber que Deus a tudo prevê e provê, desde as menores como as maiores coisas; Sua criação se estende por todo Universo; Reconhecer que todos somos seus filhos;
Harmonização (5 minutos):
Leitura do Livro 52 Lições de Catecismo Espírita – pág.02 – 2º, 3º e 4º parágrafos; Prece inicial.
1- Atividade Introdutória (10 minutos):
Cantar a música Deus em ti. Em seguida, fazer o jogo de perguntas e respostas. O que é Deus? Porque Deus nos criou? Porque somos irmãos? Como podemos adorar Deus?
2- Atividade Dinâmica (30 minutos):
Experiência - 1º momento - Com uma jarra contendo água e açúcar. Servir para cada evangelizando. 2º momento - Depois dar uma bola de gás para cada um e solicitar que encha.
3- Atividade Reflexiva (15 minutos):
Qual o sabor da água? Ela tem cor? O que será que coloquei na água? Como vocês sabem que é açúcar? Vocês estão vendo? O que tem dentro da bola? O ar possui cor? Forma? Vocês já viram Deus? Será que ele existe? Como vocês sentem a existência de Deus? Após a compreensão do grupo, distribuir o texto enigmático.
4- Atividade Conclusiva (15 Minutos):
Conversa com os evangelizandos: Quando vocês bebem a água doce e não enxergam o açúcar. Percebem que a bola está cheia, mas não enxergam o ar. Assim, é com relação a Deus. Não o enxergamos, mas ele existe e está presente em todas as coisas da criação.
5- Harmonização Final (5 minutos):
Leitura do livro A Genêse – p. 57- A Providência – item 30. Deus existe. Disso não poderemos duvidar. É infinitamente justo e bom. É a sua essência. A sua solicitude se estende a todos: compreendemo-lo. Não pode, pois, querer senão o nosso bem. E é por isso, que devemos ter confiança nele. Eis o essencial. Quanto ao mais, esperemos que sejamos dignos de compreendê-lo.
6- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):
Referências: A Genêse - Cap. II – Deus - Allan Kardec; O Livrinho dos Espíritos – As Causas Primárias – Laura Brgallo; 52 Lições de Catecismo Espírita – p.02 e 03 – Eliseu Rigonatti

Evangelizadores: Danielle/Paulo César Turno: Sábado Manhã

TEXTO ENIGMÁTICO
Descubra o texto substituindo os números pelas palavras correspondentes
9-único 6-imutável 2-obras 7-as Leis 3-suprema 12-Amor 5-eterno
8-imaterial 1-mostra 11-bom 4-inteligência 10-justo
DEUS, CRIADOR
Deus, não se ____________ (1), mas se afirma pelas suas _____________ (2).
Deus é a _____________ (3) e soberana _____________ (4).
Deus é _____________ (5), não teve começo e não terá fim.
Deus é _____________ (6). Se estivesse sujeito a mudanças, _____________ (7), que regem o universo não teriam nenhuma estabilidade.
Deus é _____________ (8), a sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria. Ele não tem forma apreciável pelos nossos sentidos.
Deus é _____________ (9). Não existem outros deuses.
Deus é _____________ (10). Todos somos iguais diante Dele. Ele dá a cada um de nós exatamente o que merecemos.
Deus é ________________ (11). Ama todos os seus filhos com o mesmo _____________(12).

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Nossa família na casa espírita (aula 01/2011)

Data: 19/02/2011

Objetivo: Demonstrar a importância da casa espírita e sua relação com a família carnal e espiritual.
1 – Prece Inicial:
2 – Atividade: Árvore
“A Família na Casa Espírita”
3 – Atividade: Debater sobre o tema: Família e Casa Espírita
• O que é Família?
• Família Carnal x Família Espiritual
• O que é Centro Espírita?
• Qual a sua finalidade?
• Existe ajuda do Alto para o Centro Espírita?
• Quem forma o Centro Espírita?
4 – Atividade: Dinâmica
MEMORIZAR NOMES (APRESENTAÇÃO)
OBJETIVOS: Memorizar os nomes dos membros de um grupo. Integrar melhor o grupo favorecendo o conhecimento mútuo.
PROCEDIMENTOS: É bom que todos estejam em círculo.
Cada um dirá seu próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial seu nome. Por exemplo: Ricardo risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e apresenta-se acrescentando um adjetivo ao próprio nome. E assim sucessivamente. Por exemplo: Ricardo risonho, Ana alegre, Mário moreno ....
Ao final partilha-se a experiência: como cada um se sentiu ao dizer o próprio nome, o adjetivos, etc..
5 – Atividade: Debate sobre a sala de aula
O que dever ter?
Como devemos nos comportar?
No salão
Na sala de aula
Como os evangelizadores devem se comportar?
6 – Atividade: Dinâmica
CARTAZ
OBJETIVOS: Favorecer a desibinição, aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo e estimular a criatividade.
MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos).
PROCESSO: Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará posicionado em círculo.
Orientar que cada pessoa deverá fazer um desenho – qualquer desenho – que represente algo de si. Não importa que não se saiba desenhar; deve ser bastante espontâneo.
Marcar um tempo de dez minutos para cada um confeccionar o seu cartaz
Uma vez concluídos os cartazes, casa pessoa deve sair do seu lugar, mostrar o cartaz, de forma visível, aos demais membros do grupo e proceder a sua apresentação, nome e explicação do desenho.
7 – Atividade: O que introduzir nas aulas
Música
A turma gosta de cantar?
Querem escolher músicas do cancioneiro para tocarmos em sala?
Leitura
A turma gosta de ler?
Qual(is) atividade(s) de leitura gostariam de fazer em sala?
Teatro
A turma gosta de representar?
Querem escolher tema/parábola para representarmos em sala?
8- Prece Final:
9 - Avaliação / Auto-Avaliação:
10 - Prece final

Evangelizadores: Danielle e Paulo César

Deus, Criador (Aula 02/2011)

Data: 19/02/2011

Objetivos: Despertar na criança a compreensão de que é no lar, na educação religiosa e na escola tradicional, que encontramos a ajuda que necessitamos para nosso crescimento.
1- Harmonização (10 minutos):
Sensibilização inicial, pedindo que cada criança pense em seus familiares reunidos na sala de sua casa e todos juntos oram convidando o nosso Mestre Jesus para que abençoe a todos no Lar.
2- Atividade Introdutória (15 minutos):
Pedir a cada criança que se apresente e fale o que mais gosta na Evangelização. Comentar como é a Evangelização no 3º Ciclo (Filmes, debates, leitura de livros, atividades em grupos,...).
3- Atividade Reflexiva (30 minutos):
Falar que o lar cristão é aquele em que todos os seus membros se esforçam por cumprir os ensinamentos de Jesus... Pedir exemplos às crianças? (R: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo,...) e a Casa Espírita nos auxilia a aprender, compreender melhor e praticar as leis Divinas. Perguntar como a Casa Espírita nos ajuda? R: Estudando as Leis Divinas, estimulando a prática da Caridade,...
A Família que freqüenta a Casa Espírita pode caminhar unida no mesmo objetivo. Perguntar a cada criança qual é esse objetivo?
Obs: Em cada pergunta dar dicas no quadro e escrever e comentar as respostas.
4- Atividade Dinâmica/ Conclusiva (20 minutos):
Distribuir folhas às crianças e pedir que desenhem um coração e escrevam dentro o nome dos seus familiares com mensagens de amor para cada um deles. Pedir que pintem e deixem o coração bem bonito.
Reforçar a importância da realização do Culto do Evangelho no Lar, pois além de estudamos em família, juntos os ensinamentos do Evangelho, recebemos também o auxílio para o nosso Lar.
5- Harmonização Final (5 minutos):
Prece Final, pedindo as crianças que mentalizem os nomes de seus entes queridos que foram escritos nos corações e realizar a Prece solicitando ao nosso PAI e ao Mestre Jesus tudo o que for necessário.
6- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: _____minutos):

Evangelizadores: Weber/Júlio César

Uma família especial - Cleusa Lupatini

Numa casinha muito simples, mas muito caprichada vive uma alegre família, bastante simpática. Era um lugar onde de longe se podia sentir o amor e o carinho no ar. Felipe e Marta ? os pais, e Marcelinho,o filho de seis anos, adoram cuidar do jardim nas horas de folga.
Em um sábado, Marcelinho e Dona Marta arrumaram alguns brinquedos, pertencentes a Marcelinho, para serem doados num orfanato chamado Lar Raio de Sol que ficava no interior da cidade.
Dona Marta convidou o marido e o filho para irem com ela até à instituição, mas Marcelinho fez um pedido:
- Quero ir de ônibus! - o que os pais acharam uma boa idéia.
Andaram por caminhos diferentes, com flores e árvores que Marcelinho nem imaginava existirem.
Quando chegaram, desceram do ônibus, andaram alguns metros e logo viram um bonito lugar: era uma casa grande, rodeada de flores e árvores.
Abriram o portão e logo veio uma senhora toda sorridente receber os visitantes. Era a Sra. Otília, ou melhor, a vovó Otília, como a chamavam as crianças.
- Bom dia, disseram os visitantes.
- Lindo dia, respondeu a senhora. Entrem, eu estava lá dentro ensinando tricô para Laurinha.
Marcelinho logo percebeu que havia muitas crianças naquele orfanato, de várias idades.
-Puxa vida, pensou Marcelinho, quantos netos tem essa vovó?.
- Que bom vê-los, falou vovó Otília.
- Viemos trazer alguns brinquedos, responderam os pais.
Marcelinho percebeu que a disputa pela atenção da vovó era grande, bem diferente do que acontecia em sua casa, já que tinha um pai e uma mãe exclusivamente para ele.
Os adultos iam conversando e Marcelinho os acompanhava, admirado com tanta criança.
- Que simpatia de menina, tão comportada olhando um livrinho como se soubesse ler, falou a mãe se dirigindo a uma menina de cabelinho preto de aproximadamente dois anos.
Marcelinho chegou perto e falou:
- Mamãe, ela se parece com a Claudinha! Claudinha era a irmã do Marcelinho que havia desencarnado algum tempo atrás.
E sem pestanejar falou:
- Encontramos, vamos levá-la para casa!
A menina se chamava Carolina e Marcelinho percebeu nela a irmã que sempre quis...
Os pais e vovó Otília tentaram explicar que não era muito simples levar a menina para casa. O garoto não entendeu muito bem e voltou para casa decepcionado.
No caminho os pais tentaram explicar que Carolina era órfã, seus pais haviam morrido e ela não tinha nenhum parente que podia cuidar dela. Mas para que ela pudesse morar com eles e ser irmã de Marcelinho, era preciso esperar um pouco.
Nos meses seguintes, Marcelinho e os pais visitaram muitas vezes o orfanato, e em especial Carolina. Levaram roupas, brinquedos e doces que fizeram a alegria da criançada.
Alguns meses se passaram, quando os pais convidaram Marcelinho para fazer uma visita "especial" ao orfanato.
Marcelinho sentiu a alegria dos pais com o passeio e logo uma onda de carinho invadiu seu coração.
- Vamos, vamos logo ou perderemos o ônibus ? foi dizendo alegre o garoto.
Quando chegaram ao orfanato, vovó Otília foi conversar separadamente com Dona Marta e Seu Felipe e o menino tratou logo de ir procurar Carolina. Seus olhos brilharam ao vê-la. E a alegria invadiu o lugar quando ele viu vovó Otília se aproximando deles com uma malinha na mão. Era a mala de Carolina, que a partir daquele dia passou a fazer parte da família de Marcelinho.
Assim, Carolina foi morar na casa de Marcelinho, que muito feliz, cuidava com todo amor e carinho de sua nova irmã.

Cleusa Lupatini

Nossa família na casa espírita (aula 01/2011)

Objetivo: Mostrar para as crianças a importância e a oportunidade de pertencer a uma família, independente de sua estrutura. A família é uma dádiva divina. 1. Harmonização inicial (5 minutos): Saudar os evangelizandos pelo retorno à DIJ, apresentar as crianças uns aos outros e nos apresentar como evangelizadores. Explicar que estaremos juntos para brincar e aprender sobre os ensinamentos espíritas. Perguntar sobre quem os trouxe para a aula de hoje (aproveitar a resposta de cada um para entrar no assunto família).
2. Prece inicial (5 minutos): Agradecer a Deus pela oportunidade de um novo ano de aprendizado e pela nossa família.
3. Atividade introdutória (20 minutos):
Fazer um teatrinho de fantoches da historinha “Uma família especial”.
4. Atividade reflexiva (30 minutos):
Cada resposta vale uma bala. No final todos ganharão uma bala de qualquer jeito.
Perguntas:
O que é família?
Todas as famílias são iguais?
Desenhe no quadro e explique um exemplo de família diferente.
De que formas as pessoas que não possuem família podem passar a ter?
Os animais podem fazer parte da nossa família? Porque?
Os amigos queridos podem ser considerados membros da nossa família?
5. Atividade criativa (30 minutos):
Primeira atividade
Recortar ou montar através de gravuras/recortes de revistas diversos tipos de família, raças diferentes. Mostrar as gravuras, que poderão estar colados em um papel mais grosso ou álbum seriado, citando os membros que compõem cada uma.
Sugestão para a montagem das famílias:
Pai, mãe e filhos.
Pai, mãe e filhos, raças diferentes
Pais com filhos adotivos
Mãe e filho
Pai e filho
Um casal (sem filhos e os pais já desencarnaram)
Avós e netos
Famílias com filhos grandes e pequenos
Famílias com muitos ou poucos filhos
Só filhos ( os pais já desencarnaram, fazem parte da família, através dos laços dos sentimentos).
Segunda atividade
Confeccionar, através de dobraduras, vários bonecos de mãos dadas. Cada evangelizando deve personalizar os seus bonecos como uma família. No final colar no mural
6. Harmonização final (5 minutos): prece
Fazer um resumo do conteúdo da aula e prece final com música suave.
7. Avaliação da aula:
Bibliografia consultada para elaborar a aula:
- O evangelho segundo o espiritismo. Allan Kardec
- Site: Seara espírita infantil. Link: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/
-História: “Uma família especial” de Cleusa Lupatini

Evangelizadoras: Martha e Juliana

Nossa família na casa espírita (aula 01/2011)

Objetivo: Proporcionar ambiente adequado para que as crianças se sintam bem na casa espírita como em seu lar, respeitando e construindo condutas adequadas
1. Harmonização inicial: sensibilização
2. Atividade introdutória: brincar de roda, cantando músicas de cantigas e da evangelização
3. Atividade reflexiva: em uma rodinha, vamos conversar sobre o que é legal e necessário em nosso lar e relacionar com casa espírita
4. Atividade dinâmica conclusiva: colagem de papel colorido em um desenho de uma casa
no papel pardo. Depois dar a cada criança o desenho de uma casa no tamanho ofício para
colorir e levar para seu lar.
5. Harmonização final: prece

Evangelizadora: Fátima

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cada Dia

Cada manhã na Terra é uma página em branco de que dispões no livro da vida, para fazer os melhores exercícios e testemunhos de elevação e bondade.
Não olvides que cada pessoa a cruzar-te o passo, na trilha das horas, é uma oportunidade de construção espiritual.
Seja qual o motivo para desafeto, cultiva compreensão e amizade, observando que todo favor que possas prestar a benefício de alguém é uma chave que fabricas para a solução de teus prolemas futuros.
Por mais claras as razões que justifiquem comentário infeliz, procura encaixar uma frase edificante no círculo das palavras rudes que estejam sendo pronunciadas.
Por muito que um companheiro te haja ofendido, não lhe negues tolerância e abençoa-o com as tuas preces e gestos de auxílio, na convicção de que estás com isto levantando dispositivos de proteção a ti mesmo.
Na atividade em que te encontres, faze mais que o dever, porquanto o serviço extra, espontâneo e sem recompensa, em toda situação, será sempre a tua pregação de virtude.
Repousa quando necessário, mas não transformes descanso em ócio vazio.
Começa de casa a execução dos conselhos salutares que ofereces ao próximo, aprendendo que é impossível ajudar a humanidade quando não saibamos entender e amparar poucas pessoas, entre os limites da parentela.
Alia ação e oração, sustentando a felicidade dos outros, como queremos que Deus nos concretize a própria felicidade.
Quando o dia termine, agradece ao Senhor e ventura haver engastado mais uma pérola do tempo em teu colar de realizações, e, cerrando os olhos para o justo refazimento, guarda por teu maior prêmio a consciência tranquila, com a invariável disposição de viver, cada dia, reconhecendo que tudo na vida depende inteiramente de Deus, mas na certeza de que o trabalho em tuas mãos depende unicamente de ti.
Emmanuel