NOSSOS HORÁRIOS

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domingo, 8 de julho de 2012

Parábola do Servo Cruel (perdão)

DATA: 23/06/2012

1) OBJETIVO:  Ensinar as crianças a força do perdão. Devemos perdoar os nossos devedores assim como somos perdoados. O perdão salva, liberta, cura e é através dele que fortalecemos os nossos laços com o Pai.
2) ATIVIDADE INTRODUTÓRIA:
Fazer a brincadeira do passaralho, só que , ao invés de usar nomes de frutas usar palavras como “perdão”, “amor”, “afeto”, “verdade”.
3) ATIVIDADE DINÂMICA 1
Brincar de lencinho atrás. Esta brincadeira foi pedida pelas crianças na aula anterior. As evangelizadoras estão realizando um pedido.
4) ATIVIDADE DINÂMICA 2
Telefone sem fio. Uma criança diz uma frase, que é repetida no ouvido de outra criança e assim sucessivamente, até que a última criança diz a frase que ouviu. Será que a última frase é igual à primeira?
5) ATIVIDADE DINÂMICA 3
Olha a bota. Jogo de coordenação motora para ajudar na socialização das crianças.
6)ATIVIDADE REFLEXIVA 1
Contar a história do servo cruel. Mostrar a força do perdão e do amor. Ensinar as crianças que devemos perdoar a dívida de nossos amigos e também de nossos inimigos, porque agindo assim, o nosso Pai também agirá assim conosco.
7) ATIVIDADE REFLEXIVA 2
Usando a massinha, pedir a eles que façam o molde do servo cruel, e depois do moço bom. Depois, fazer uma pequena representação, um dialogando com o outro.
6) ATIVIDADE REFLEXIVA 3
Dar a eles dois desenhos. Um, com uma pessoa raivosa, brigando com a outra e não exercendo o perdão. Outra, com pessoas generosas distribuindo amor e perdão para todos os que estão em volta. Conversar com eles sobre a força do amor e do perdão e pedir a eles que façam um colorido bem bonito nos dois desenhos.
5)AVALIAÇÃO FEITA PELOS ALUNOS.
6) PRECE FINAL

Evangelizadoras: Andressa e Cláudia

Sede perfeitos

Data: 16/06/2012
Objetivos: Valorizar o esforço na busca do autoconhecimento necessário à busca progressiva da melhoria do Ser.
1- Harmonização Inicial (10 minutos):
Sensibilização inicial
2- Atividade Introdutória (25 minutos):
2.1 Apresentar o anexo 1. Explicar que cada povo estabeleceu atitudes a serem adotadas pelas pessoas educadas. O anexo 1 mostra uma maneira usada em certa época, no Brasil, para o homem cumprimentar. É uma reverência, que expressa gentileza e consideração.

2.2 Apresentar o anexo 2. Explicar que esse mesmo homem, que revela tanta gentileza, em outra ocasião é capaz de ser cruel, mandando chicotear um escravo sem nenhuma compaixão.
3- Atividade Reflexiva (25 minutos):
3.1 Perguntar e ouvir as crianças, explorando as respostas para a formação dos conceitos.
– Será que esse homem tem mesmo gentileza e consideração com o próximo?

– A gentileza é uma forma de bondade?
– Quem é verdadeiramente bondoso faz alguém sofrer?

3.2 Apresentar as duas máscaras do anexo 3. Dizer que, muitas vezes, o que aparentamos ser é como uma “máscara”, mas, no íntimo, somos muito diferentes. Quando vivemos assim criamos conflitos íntimos e doenças. Ninguém agüenta fingir o tempo todo. Precisamos ser verdadeiros. Mas nem sempre conhecemos nossas forças - as boas qualidades que temos - e nossas fraquezas. Como, então, podemos melhorar? 


3.3 Citar dois casos. Na apresentação do primeiro, usar as máscaras no momento adequado.

*      Uma menina fala mansinho e sempre procura ser agradável com os colegas (usar a mascará A). Mas quando não fazem o que ela quer, fica tão zangada que muda sua fisionomia (usar a máscara B). Ela é de fato igual á primeira ou à segunda máscara? Qual a dificuldade da menina?
*      Rui e João eram bons amigos. Rui, apesar de rico, vestia-se com extrema simplicidade pois dizia que a humildade é a maior virtude. Um dia João chamou atenção de Rui para uma conduta errada que teve para com seus pais. Rui disse que não admitia ser chamado atenção por pessoa alguma e menos ainda por um amigo. E deixou de falar com João.
Rui é de fato humilde? É pela roupa que revelamos a humildade? Neste caso, a roupa muito simples de Rui é como uma máscara?
Qual a dificuldade de Rui?
3.4       Concluir que:
*      Precisamos reconhecer nossas dificuldades para podermos corrigi-las e progredir.
*      Às vezes nos vemos importantes, grandes, sem defeitos (anexo 4a).

*      Outras vezes nos vemos pequeninos, sem valor (anexo 4b).

*      Precisamos nos ver como num espelho de boa qualidade (anexo 5), reconhecendo:

Nosso valor (temos dignidade por sermos filhos de Deus, todos criados para o progresso e a felicidade);
*      O que precisamos melhorar. Ver o que somos:
- sem sentir vaidade.
- sem sentir culpa.
Os sentimentos ruins são como “montinhos de lixo” escondidos na alma. Se ficarem lá vão prejudicar-nos. Assim como jogamos fora o lixo da nossa casa para não causar doenças, devemos jogar fora os “montinhos de lixo” da alma, antes que eles nos prejudiquem. E encher a alma de pensamentos e sentimentos bons para nos trazerem alegria e paz.
3.5       Propor que todos façam a “Limpeza Interior”. Explicar o procedimento:
Cada um, em silêncio, pensará no sentimento ruim que gostaria de libertar-se, representando-o no papel por meio de um desenho, ou de apenas linhas ou de uma cor. Dar um tempo e, em fila, sem comentários, cada um jogará na cesta de lixo (colocada em destaque) o seu sentimento negativo.
4- Atividade Dinâmica/ Conclusiva (25 minutos):
Promover a comemoração da “Limpeza Interior”. Cada criança receberá um balão e escreverá em um pedaço de papel o nome do sentimento bom que deseja oferecer a um colega da evangelização, que deverá ser amarrado a linha do balão. Exs: alegria, paciência, coragem, humildade, calma, bondade, respeito, tolerância, Paz.
A um sinal, todos jogam para o alto o seu balão, começando o jogo. Movimentam-se livremente, para não deixar cair os balões. Depois de dois minutos, a um novo sinal, cada um pega um balão. Sentados em círculo, os participantes lêem o sentimento que receberam.
Ao final, refletir sobre a atenção que foi necessária, para o balão não cair, comparando com o cuidado que devemos ter para mantermos os bons sentimentos em qualquer situação.
5- Harmonização Final (5 minutos):
Prece Final.
6- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):

Evangelizadores: Juliana/Weber                  

Sede perfeitos

Data: 16/06/2012

Objetivo: Identificar o que é percepção e como podemos alcança-la.
1-    Harmonização:
Prece inicial
2-    Atividade Introdutória:
Semana passada, solicitei aos adolescentes que fizesse uma pesquisa sobre o tema da aula – Sedes Perfeitos. Perguntar se alguém conseguiu realizar a pesquisa, caso sim pedir que fale sobre o conteúdo trazido. Caso não, dar exemplos de pessoas que praticaram a perfeição como: Madre Tereza de Calcutá/ São Francisco de Assis. Pedir que eles falem sobre outros exemplos.
3-    Atividade Reflexiva e Dinâmica:
3.1. Realizar um jogo perguntas e respostas. Todos deverão estar sentados em círculo. Colocar uma garrafa Pet no chão. Evangelizador irá girar a garrafa a ponta da garrafa indicará quem irá responder e o fundo da garrafa irá indicar quem irá fazer a pergunta.
Perguntas: 1) Por que Jesus é considerado como um ser perfeito?/   2) Qual é o propósito de Jesus em relação a nós?/ 3) O que é perfeição?/ 4) Nós somos perfeitos? Por que?
5) Podemos ser tão perfeitos quantos Jesus?
3.2. Campanha Educativa – Ler o texto sobre a Campanha Educativa – “A perfeição que podemos alcançar se resume no cumprimento de todos os nossos deveres, desde das pequenas tarefas até as maiores. Essa perfeição só será alcançada se nos resolvermos a vigiar constantemente nossos, atos, nossas intenções, nossos pensamentos, pois somos os únicos capazes de nos melhorar. Pensando nisso, fala uma lista de seus deveres diários, incluindo serviços caseiros, escolares e profissionais, regras de gentileza, oração e etc. Examine-as todos os dias verificando se tudo foi cumprido ou se algo foi esquecido. Para os que foram esquecidos procure no dia seguinte realizar aquela atividade proposta. Ninguém irá conferir seus resultados – só você – se precisar comente com seus Evangelizadores ou colegas da Evangelização se houve bons resultados. Conforme seu crescimento as responsabilidades também aumentam e sejam quais forem deverão serem feitos sempre com amor, paciência para que possamos honrar os ensinamentos de Jesus”
3.3. Desenhar em uma lixa com lápis cera o que eles entendem sobre a perfeição.
4-    Harmonização Final :
Prece final
5-     Avaliação / Auto-Avaliação :

Evangelizadoras: Martha e Paulo       
          

Parábola do Fariseu e Publicano

Data: 26/05/2012.

OBJETIVOS:
Explicar a importância da humildade para o reconhecimento de nossos pontos a serem melhorados e assim evoluirmos.
Prece Inicial:
Atividade Inicial:
Brincadeira: Jogo da árvore para adivinhar o tema da aula de hoje.
Atividade Reflexiva 1
Leitura da parábola do fariseu e do publicano.
Parábola do Fariseu e do Publicano - Rodolfo Calligaris"Propôs Jesus esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, como se fossem justos, e desprezavam os outros. Subiram dois homens ao templo para orar: - um fariseu, e outro publicano. O fariseu orava de pé, e dizia assim: Graças te dou, ó meu Deus, por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros. E não ser também como é aquele publicano. Eu, por mim, jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de tudo quanto possuo. Apartado a um canto, o publicano nem sequer ousava erguer os olhos para o céu; batia no peito, e exclamava: Meus Deus apiedai-vos de mim, pecador. Digo-vos, acrescentou Jesus, que este voltou justificado para sua casa, e o outro não, porque todo aquele que se exalta será humilhado, e todo aquele que se humilha será exaltado." (Lucas, 18:9-14).
Para o perfeito entendimento desta parábola, faz-se mister, antes de qualquer coisa, conhecer o que significam os termos que lhe servem de título.
Fariseus eram os seguidores de uma das mais influentes seitas do Judaísmo. Demonstravam grande zelo pelas suas tradições teológicas, cumpriam meticulosamente as práticas exteriores do culto e das cerimônias estatuídas pelo rabinismo, dando, assim, a impressão de serem muito devotos e fiéis observadores dos princípios religiosos que defendiam. Na realidade, porém, sob esse simulacro de virtudes, ocultava costumes dissolutos, mesquinhez, secura de coração e, sobretudo muito orgulho.
Publicanos eram os arrecadadores de impostos públicos, exigidos pelos romanos ao povo judeu, no exercício de cujo mister tinham oportunidade de amealhar fortuna, pelo abuso das exações.
Os judeus, que mal podiam suportar a dominação romana e não se conformavam com o pagamento de impostos, que julgavam ser contra a lei, fizeram do caso uma questão religiosa. Abominavam, pois, esses agentes do Fisco, considerando; mesmo, um comprometimento ter qualquer intimidade com eles. Em suma, eram os publicanos renegados como gente da pior espécie.
Isto posto, vamos à interpretação da parábola, propriamente.
Seu objetivo é apontar o orgulho como elemento prejudicial à salvação e, ao mesmo tempo, ressaltar quanto à humildade pode valer-nos ante a justiça divina.
Mostra-nos, então, na atitude do fariseu, tido e havido como o tipo acabado do crente ortodoxo, até onde pode chegar a soberbia humana. Já na postura que assume - ereto, tórax saliente - patenteia seu orgulho. Ora, mas suas palavras são uma seqüência de arrogância e presunção. Diz: "Senhor, eu vos agradeço". Entretanto, é a si mesmo que atribui os merecimentos de que se ufana; merecimentos que, a seu ver, o tornam criatura sem jaça, pois não lembra, sequer, de suplicar: "perdoai, Senhor, nossas dívidas" . Ocorre-lhe apenas isto: "Eu não sou como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros”. Não alude a "alguns homens" nem a "muitos homens", mas "aos outros homens", considerando-se, assim, o único varão perfeito à face da Terra!
Ao ver o publicano, acrescenta, com soberano desprezo: "esse aí é como todos os outros". Põe-se em seguida a exaltar os próprios méritos, as boas ações que faz, e nisso se resume a sua oração.
Já o publicano, que diferença! Aparta-se a um canto do templo, avergado, como que a sentir o peso da própria consciência. Sua humildade lhe permite uma justa apreciação de si mesmo, o reconhecimento de suas culpas e imperfeições; por isso bate no peito, contrito, e exclama: "Meu Deus, tende piedade de mim, pois sou um grande pecador!".
Pois este, e não o outro, foi quem se retirou justificado, sentenciou Jesus, finalizando a lição.
Sim, porque aos olhos de Deus não basta que nos abstenhamos do mal e nos mostremos rigorosos no cumprimento de determinadas regras de bom comportamento social; acima disso, é nos necessário reconhecer que todos somos irmãos, não nos julgarmos superiores a nossos semelhantes, por mais culpados e miseráveis que pareçam, nem tampouco desprezá-los, porque isso constitui, sempre, falta de caridade.
Por outro lado, a humildade sincera é o melhor agente de nossa reforma íntima, de nosso progresso espiritual. Atrai sobre nós as bênçãos divinas e a ajuda de nossos anjos guardiões, que, percebendo-nos o propósito de reprimir os males de que somos portadores, dão-nos as sugestões adequadas e o amparo preciso à colimação desse desiderato.
Saibamos, pois, aproveitar o ensino do Mestre, sendo rigorosos e intransigentes com nós mesmos, brandos e indulgentes com os outros.










Atividade Reflexiva 2:
Vídeo: Desenhos bíblicos “Tesouros no Céu”, no link vídeos
Comparar o desenho com a parábola, enfatizando a humildade demonstrada por Zaqueu, que era um publicano.
Atividade Criativa 1:
Pintar o desenho relacionado com o tema da aula.
Prece Final:

Evangelizadores: Juliana e Weber                                                                Turno: Sábado Manhã.