(Texto psicografado em 08/05/2011 após realização do Culto do Evangelho no Lar) - Gilsa Monteiro
Paz na Terra! Que ela possa se fazer através dos seus habitantes! Através do respeito a todas as criaturas e formas de vida que fazem parte da obra de criação do Pai.
Viveis hoje o maior desafio já enfrentado pela humanidade! Desafios criados por vocês, por nós, que na nossa incúria e no nosso modo exclusivamente materialista de desenvolvimento nos esquecemos de que a natureza não é apenas um grande supermercado de onde extraímos o que necessitamos e devolvemos o lixo de nossas criações.
Nos esquecemos que tudo vive em harmonia através de lógicas leis de equilíbrio estabelecidas pelo Pai e trouxemos o que hoje vocês chamam de desequilíbrio ecológico.
Afetamos de forma negativamente impactante até mesmo uma parcela de nossa própria espécie, ao excluirmos do conforto material e dos benefícios alcançados, seres que hoje nos devolvem através da violência que promovem aquilo que deixaram de receber.
Modelo egoísta de desenvolvimento que hoje entra em colapso. Assim como o nosso Planeta que, ao atravessar os desastres que são assistidos por vocês com olhos incrédulos, irão forçar a humanidade a desenvolver a asa que ainda não deixastes eclodir: a asa da moral. Será através do sofrimento dos povos que vocês se verão obrigados a auxiliar o próximo, independente de quem o seja; serão obrigados a abrir o coração tão petrificado à caridade, deixando de lado sectarismos religiosos, divergências devido à cor, raça, nacionalidade. Passarão a se tratar como uma grande humanidade, única, universal. Suas ciências se verão obrigadas a se voltar não mais para a matéria e o conforto dela advindo, mas para o alcance do benefício para todos. E é assim que o Pai, através da destruição que se faz necessária, fará soerguer entre vós um mundo novo.
Aproveitem este momento para que possam desenvolver os princípios morais daqueles que aqui permanecerão com a grandiosa missão de fazer da nossa Terra um Planeta de Regeneração.
Que a paz e a caridade estejam em vós e possam se propagar através de vós.
Fiquem em paz!
NOSSOS HORÁRIOS
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
SER MÃE
A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo, espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga; o instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É leva-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas. Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampara-los nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: “e se tivesse sido meu filho?”
E quando vir fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observa-lo sentado no chão, brincando com o filho. É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de “mamãe” a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.
***
A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.
E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.
Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do capítulo “Dia das mães”, de autoria de Sharon Nicola Cramer e do capítulo “Isso vai mudar totalmente a sua vida” de autoria de Dale Hanson, ambos extraídos da obra “Histórias para aquecer o coração”, vol 2, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen.
Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga; o instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É leva-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas. Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampara-los nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: “e se tivesse sido meu filho?”
E quando vir fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observa-lo sentado no chão, brincando com o filho. É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de “mamãe” a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê. Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.
***
A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.
E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.
Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do capítulo “Dia das mães”, de autoria de Sharon Nicola Cramer e do capítulo “Isso vai mudar totalmente a sua vida” de autoria de Dale Hanson, ambos extraídos da obra “Histórias para aquecer o coração”, vol 2, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Oficina Témática Dia das Mães (Aula 09/2011)
Data: 07/05/2011
Objetivo: Reforçar a importância do reconhecimento e do amor dedicados aos filhos por suas mães, não só um dia específico, mas todos os dias.
1- Harmonização:
Prece inicial
2- Atividade Introdutória:
Perguntar as crianças o que será comemorado amanhã. Dia das mães – lembrar que todos os dias é dia das mães. É importante reforçar que onde quer que esteja a mãe da criança ela deverá ser sempre amada e perdoada.
3- Atividade Reflexiva:
Comentar que a aula de hoje iremos conhecer uma história de uma grande mulher. Entregar para cada criança a história de Maria (Como foi escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus) para que possamos fazer a leitura da mesma.
Mostrar a foto de Maria com Jesus e falar sobre o AMOR que ela tinha por Jesus.
4- Atividade Dinâmica:
Fazer a confecção das lembrancinhas das mães.
1. Flores de origami.
2. Coração com vários corações onde dentro dos coraçõezinhos será escrito características da mãe. Envolta do coração maior será colado bolinha de papel crepom. (vamos aproveitar e trabalhar a coordenação motora fina).
5- Harmonização Final :
Prece final
Evangelizadoras: Martha e Juliana
Objetivo: Reforçar a importância do reconhecimento e do amor dedicados aos filhos por suas mães, não só um dia específico, mas todos os dias.
1- Harmonização:
Prece inicial
2- Atividade Introdutória:
Perguntar as crianças o que será comemorado amanhã. Dia das mães – lembrar que todos os dias é dia das mães. É importante reforçar que onde quer que esteja a mãe da criança ela deverá ser sempre amada e perdoada.
3- Atividade Reflexiva:
Comentar que a aula de hoje iremos conhecer uma história de uma grande mulher. Entregar para cada criança a história de Maria (Como foi escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus) para que possamos fazer a leitura da mesma.
Mostrar a foto de Maria com Jesus e falar sobre o AMOR que ela tinha por Jesus.
4- Atividade Dinâmica:
Fazer a confecção das lembrancinhas das mães.
1. Flores de origami.
2. Coração com vários corações onde dentro dos coraçõezinhos será escrito características da mãe. Envolta do coração maior será colado bolinha de papel crepom. (vamos aproveitar e trabalhar a coordenação motora fina).
5- Harmonização Final :
Prece final
Evangelizadoras: Martha e Juliana
segunda-feira, 2 de maio de 2011
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