NOSSOS HORÁRIOS
sábado, 29 de outubro de 2011
ENSINAMENTOS DE CHICO XAVIER
Quando você conseguir superar
graves problemas de relacionamentos,
não se detenh...a na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado
mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus
que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança
diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.
Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!
graves problemas de relacionamentos,
não se detenh...a na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado
mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus
que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança
diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.
Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!
domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Lei de Igualdade (Aula 27/2011)
Data: 14/10/2011
2- Atividade reflexiva (15 minutos):
História: Átila a lagarta. Site: http://evangelizacao-infantil.blogspot.com/
3-Atividade Dinâmica 1 (20 minutos):
Jogo da advinhação: Uma criança pegará uma figura de um personagem de desenho animado e irá descrever para todos, citando catacterísticas, sem mencionar de qual se trata, até alguém acertar de qual personagem se trata.
4-Atividade Dinâmica 2 (20 minutos):
Pegar dois voluntários e pedir para as outras crianças que digam quais são as diferenças entre elas. Provavelmente elas só dirão diferenças físicas. Peça que diferenciem outras características além das físicas, como idade, gostos, etc. Fique atento ao que pode surgir, como comparações desagradáveis.
Logo em seguida, pedir para que digam o que há de igual entre elas. Escutar as respostas e esclarecer conforme necessário.
GANCHO: No entanto, há alguém que vê a todos nós de uma forma só: Deus. Diante de Deus somos todos iguais. É o que a gente chama de Lei da Igualdade.
DESENVOLVIMENTO:
Perguntar: Mas o que será que isso quer dizer? Será que Deus nos vê todos do mesmo tamanho, da mesma cor de pele, olhos e cabelos?
Responder: Não é bem assim.
Explicar: Apesar de que Deus não se importa nem um pouco com quem é branco ou negro, rico ou pobre, alto ou baixo, homem ou mulher, Ele sabe dessas diferenças.
Sermos iguais diante de Deus quer dizer que Deus nos ama igualmente, sejamos pobres ou ricos, brancos ou negros, altos ou baixos, ou ainda, bons ou maus. Todos teremos o mesmo destino: a evolução e a felicidade plena. Todos tivemos o mesmo começo: simples e ignorantes. Estamos sujeitos às mesmas leis da natureza.
Nascemos, crescemos e morremos. Somos espíritos em caminhada de evolução. Temos qualidades e defeitos. Entre muitas outras semelhanças.
Perguntar: E por que na Terra existem homens ricos e pobres?
Responder: Por dois motivos:
1. Por causa das diferenças das capacidades (talentos) e pelo empenho pessoal durante a vida.
2. Porque Deus dá provas diferentes a homens diferentes na reencarnação.
· Na riqueza, o homem tem que suportar não fazer todo o mal que o dinheiro lhe permite realizar.
· Na pobreza, o homem passa pelas dificuldades da escassez da matéria (alimentação, vestuário, etc.), devendo fazê- lo sem queixas, resignado.
Comentar: As diferenças que existem entre os homens na Terra, são consequência exclusiva de sua sociedade injusta. Deus, na sua infinita sabedoria, usa isso para fazer o bem.
Site: http://evangelizacao-infantil.blogspot.com/
6-Harmonização Final (5 minutos):
Prece de agradecimento e encerramento.
7-Avaliação / Auto-Avaliação:
OBJETIVOS: Entender que Deus ama todos os seus filhos de maneira igual e que viemos a esta encarnação de diferentes formas para que pudéssemos desenvolver nossa missão e resgates na mesma.
1-Prece (5 minutos)
Agradecer a Deus pela oportunidade de mais um dia de aprendizado.2- Atividade reflexiva (15 minutos):
História: Átila a lagarta. Site: http://evangelizacao-infantil.blogspot.com/
3-Atividade Dinâmica 1 (20 minutos):
Jogo da advinhação: Uma criança pegará uma figura de um personagem de desenho animado e irá descrever para todos, citando catacterísticas, sem mencionar de qual se trata, até alguém acertar de qual personagem se trata.
4-Atividade Dinâmica 2 (20 minutos):
Pegar dois voluntários e pedir para as outras crianças que digam quais são as diferenças entre elas. Provavelmente elas só dirão diferenças físicas. Peça que diferenciem outras características além das físicas, como idade, gostos, etc. Fique atento ao que pode surgir, como comparações desagradáveis.
Logo em seguida, pedir para que digam o que há de igual entre elas. Escutar as respostas e esclarecer conforme necessário.
GANCHO: No entanto, há alguém que vê a todos nós de uma forma só: Deus. Diante de Deus somos todos iguais. É o que a gente chama de Lei da Igualdade.
DESENVOLVIMENTO:
Perguntar: Mas o que será que isso quer dizer? Será que Deus nos vê todos do mesmo tamanho, da mesma cor de pele, olhos e cabelos?
Responder: Não é bem assim.
Explicar: Apesar de que Deus não se importa nem um pouco com quem é branco ou negro, rico ou pobre, alto ou baixo, homem ou mulher, Ele sabe dessas diferenças.
Sermos iguais diante de Deus quer dizer que Deus nos ama igualmente, sejamos pobres ou ricos, brancos ou negros, altos ou baixos, ou ainda, bons ou maus. Todos teremos o mesmo destino: a evolução e a felicidade plena. Todos tivemos o mesmo começo: simples e ignorantes. Estamos sujeitos às mesmas leis da natureza.
Nascemos, crescemos e morremos. Somos espíritos em caminhada de evolução. Temos qualidades e defeitos. Entre muitas outras semelhanças.
Perguntar: E por que na Terra existem homens ricos e pobres?
Responder: Por dois motivos:
1. Por causa das diferenças das capacidades (talentos) e pelo empenho pessoal durante a vida.
2. Porque Deus dá provas diferentes a homens diferentes na reencarnação.
· Na riqueza, o homem tem que suportar não fazer todo o mal que o dinheiro lhe permite realizar.
· Na pobreza, o homem passa pelas dificuldades da escassez da matéria (alimentação, vestuário, etc.), devendo fazê- lo sem queixas, resignado.
Comentar: As diferenças que existem entre os homens na Terra, são consequência exclusiva de sua sociedade injusta. Deus, na sua infinita sabedoria, usa isso para fazer o bem.
Site: http://evangelizacao-infantil.blogspot.com/
5- Atividade Criativa (15 minutos)
Pintura: As crianças deverão pintar as figuras que representem os filhos de Deus.6-Harmonização Final (5 minutos):
Prece de agradecimento e encerramento.
7-Avaliação / Auto-Avaliação:
Evangelizadoras: Andressa/Fátima.
Os grãos de arroz
A vida de Pedrinho tem sido muito difícil. Ele nasceu com uma perna um pouco menor que a outra.
Para andar, pende o corpo um pouco para o lado direito.
Ele gostaria muito de jogar bola, mas como corre com dificuldade seus colegas não o aceitam no jogo.
Ultimamente, tem recebido muitos deboches e apelidos. Como lhe tem sido muito difícil aceitar a limitação física, todos os gracejos e apelidos que recebe são como pedras que lhe atiram.
Outro dia, quando foi à lousa resolver um problema de matemática, ouviu um colega chamando-o grosseiramente por um apelido e pedindo que saísse da frente, pois seu corpo escondia uma parte da lousa.
D. Augusta viu os olhos de Pedrinho encherem-se de lágrimas e, já há algum tempo, percebera o desrespeito dos colegas em relação a ele. Esperou que Pedrinho terminasse o exercício e sentasse. Chamou a atenção da classe e disse:
- Hoje vamos ter uma aula de observação. Vocês sabem que devemos olhar atentamente tudo o que está ao nosso redor. Se olharmos com cuidado, vamos descobrindo coisas que, muitas vezes, nos passam despercebidas.
Ela destampou uma vasilha contendo arroz cru; distribuiu um pouco para cada aluno e pediu que observássemos demoradamente os grãos de arroz e fôssemos comentando. Ficamos surpresos com o que víamos: uns eram mais claros, outros mais escuros, alguns eram mais opacos, outros mais brilhantes. Havia grãos mais alongados e grãos mais curtos. Alguns eram defeituosos, quebrados.
D. Augusta comentou:
- Nossos olhos desatentos, muitas vezes não conseguem perceber os detalhes das coisas que vemos diariamente. Fica mais difícil ainda saber a causa que fez com que os grãos de arroz sejam diferentes. Para isso seria necessário um estudo mais aprofundado.
“Notem também que as pessoas são diferentes umas das outras. Algumas são perfeitas e outras têm defeitos físicos. Existem pessoas altas e baixas, inteligentes e com deficiências mentais, de pele branca, negra, amarela; algumas de cabelos pretos e outras louras ou ruivas. Há tantas diferenças que seria impossível enumerá-las. Para saber por que somos diferentes, seria necessário fazermos um estudo mais profundo da vida. De uma coisa podemos ter certeza: Deus é o criador de tudo o que existe e de todos nós. Como Ele é a inteligência suprema, tudo na Criação tem um objetivo, que muitas vezes, pela nossa ignorância de suas Leis, não conseguimos compreender. Mas devemos ter profundo respeito por tudo o que vem de Deus, por todas as pessoas que nos rodeiam, qualquer que seja a aparência que tenham, considerando que o valor das pessoas não é só pela aparência que apresentam, e sim, pelas suas qualidades e virtudes como seres humanos”.
Sem que D. Augusta dissesse mais nada, havíamos compreendido perfeitamente a sua mensagem como relação ao Pedrinho, e o respeito que todos deveríamos demonstrar a ele.
Daquele dia em diante, os apelidos e gracejos começaram a desaparecer de nossa classe. Antes não havíamos percebido que nossas brincadeiras, mesmo sem maldade, estavam ferindo alguém.
Naquela aula aprendi como é importante compreender a vida estabelecida por Deus, e avaliar se aquilo que estamos fazendo está beneficiando ou machucando os outros.
BOLÇONE, Maria Ida Bachega. A Vida Ensinou, EME Editora.
Para andar, pende o corpo um pouco para o lado direito.
Ele gostaria muito de jogar bola, mas como corre com dificuldade seus colegas não o aceitam no jogo.
Ultimamente, tem recebido muitos deboches e apelidos. Como lhe tem sido muito difícil aceitar a limitação física, todos os gracejos e apelidos que recebe são como pedras que lhe atiram.
Outro dia, quando foi à lousa resolver um problema de matemática, ouviu um colega chamando-o grosseiramente por um apelido e pedindo que saísse da frente, pois seu corpo escondia uma parte da lousa.
D. Augusta viu os olhos de Pedrinho encherem-se de lágrimas e, já há algum tempo, percebera o desrespeito dos colegas em relação a ele. Esperou que Pedrinho terminasse o exercício e sentasse. Chamou a atenção da classe e disse:
- Hoje vamos ter uma aula de observação. Vocês sabem que devemos olhar atentamente tudo o que está ao nosso redor. Se olharmos com cuidado, vamos descobrindo coisas que, muitas vezes, nos passam despercebidas.
Ela destampou uma vasilha contendo arroz cru; distribuiu um pouco para cada aluno e pediu que observássemos demoradamente os grãos de arroz e fôssemos comentando. Ficamos surpresos com o que víamos: uns eram mais claros, outros mais escuros, alguns eram mais opacos, outros mais brilhantes. Havia grãos mais alongados e grãos mais curtos. Alguns eram defeituosos, quebrados.
D. Augusta comentou:
- Nossos olhos desatentos, muitas vezes não conseguem perceber os detalhes das coisas que vemos diariamente. Fica mais difícil ainda saber a causa que fez com que os grãos de arroz sejam diferentes. Para isso seria necessário um estudo mais aprofundado.
“Notem também que as pessoas são diferentes umas das outras. Algumas são perfeitas e outras têm defeitos físicos. Existem pessoas altas e baixas, inteligentes e com deficiências mentais, de pele branca, negra, amarela; algumas de cabelos pretos e outras louras ou ruivas. Há tantas diferenças que seria impossível enumerá-las. Para saber por que somos diferentes, seria necessário fazermos um estudo mais profundo da vida. De uma coisa podemos ter certeza: Deus é o criador de tudo o que existe e de todos nós. Como Ele é a inteligência suprema, tudo na Criação tem um objetivo, que muitas vezes, pela nossa ignorância de suas Leis, não conseguimos compreender. Mas devemos ter profundo respeito por tudo o que vem de Deus, por todas as pessoas que nos rodeiam, qualquer que seja a aparência que tenham, considerando que o valor das pessoas não é só pela aparência que apresentam, e sim, pelas suas qualidades e virtudes como seres humanos”.
Sem que D. Augusta dissesse mais nada, havíamos compreendido perfeitamente a sua mensagem como relação ao Pedrinho, e o respeito que todos deveríamos demonstrar a ele.
Daquele dia em diante, os apelidos e gracejos começaram a desaparecer de nossa classe. Antes não havíamos percebido que nossas brincadeiras, mesmo sem maldade, estavam ferindo alguém.
Naquela aula aprendi como é importante compreender a vida estabelecida por Deus, e avaliar se aquilo que estamos fazendo está beneficiando ou machucando os outros.
BOLÇONE, Maria Ida Bachega. A Vida Ensinou, EME Editora.
Lei de Igualdade (Aula 27/2011)
]Data: 14/10/2011
Agradecer a Deus pela oportunidade de mais um dia de aprendizado.
2- Atividade introdutória (10 minutos):
Jogo da arvóre para adivinhar o tema da aula. Conforme forem errando, desenhar diferentes tipos físicos de pessoas (uma baixinha, a outra alta, uma gordinha, a outra magrinha, pessoas de diferentes raças.
3-Atividade Reflexiva (20 minutos):
Leitura do texto “os grãos de arroz” de Maria Ida Bachega Bolçone retirado do site Seara Espírita Infantil.
(Postado em Histórias)
4-Atividade Dinâmica (20 minutos):
Jogo de perguntas e respostas: Dividir a turma em meninos e meninas. Fazer perguntas que vão gerar pontos para cada grupo. No final haverá um empate que servirá de gancho para falar entre a igualdade intelectual e de potencialidade entre os dois sexos.
Perguntas:
- Existem diferenças entre as pessoas? Eles devem responder que sim, algumas diferenças físicas e outras psicológicas.
- Existe algum motivo para sermos tão diferentes? Eles devem lembrar das diferentes provas pelas quais passamos para obter evolução nas diferentes encarnações.
- O que significa a palavra evolução?
- Todos possuímos o mesmo grau de evolução espiritual?
- Em que somos todos iguais? Somos todos espíritos e todos somos filhos de Deus.
- Vamos sempre ser homem ou mulher em diferentes encarnações?
- Qual raça que nascemos em outras existências?
- Deus ama de forma diferente seus filhos?
5- Atividade Criativa
Os evangelizandos sentarão no chão em forma de círculo. Desenhar um círculo em uma folha que representará o planeta terra. Cada evangelizando terá o seu papel. Em cada círculo eles começarão a desenhar coisas que gostam e acham importantes de existir na terra. Após um minuto desenhando, o papel deve ser passado para o próximo evangelizando. Cada um deles desenhará no seu próprio papel e no dos colegas. O objetivo dessa atividade é mostrar que cada um pode colaborar com o próximo através de suas diferenças.
6-Harmonização Final:
Prece de agradecimento e encerramento.
7-Avaliação / Auto-Avaliação:
OBJETIVOS: Entender que Deus ama todos os seus filhos de maneira igual e que viemos a esta encarnação de diferentes formas para que pudéssemos desenvolver nossa missão e resgates na mesma.
1-Prece (5 minutos)Agradecer a Deus pela oportunidade de mais um dia de aprendizado.
2- Atividade introdutória (10 minutos):
Jogo da arvóre para adivinhar o tema da aula. Conforme forem errando, desenhar diferentes tipos físicos de pessoas (uma baixinha, a outra alta, uma gordinha, a outra magrinha, pessoas de diferentes raças.
3-Atividade Reflexiva (20 minutos):
Leitura do texto “os grãos de arroz” de Maria Ida Bachega Bolçone retirado do site Seara Espírita Infantil.
(Postado em Histórias)
4-Atividade Dinâmica (20 minutos):
Jogo de perguntas e respostas: Dividir a turma em meninos e meninas. Fazer perguntas que vão gerar pontos para cada grupo. No final haverá um empate que servirá de gancho para falar entre a igualdade intelectual e de potencialidade entre os dois sexos.
Perguntas:
- Existem diferenças entre as pessoas? Eles devem responder que sim, algumas diferenças físicas e outras psicológicas.
- Existe algum motivo para sermos tão diferentes? Eles devem lembrar das diferentes provas pelas quais passamos para obter evolução nas diferentes encarnações.
- O que significa a palavra evolução?
- Todos possuímos o mesmo grau de evolução espiritual?
- Em que somos todos iguais? Somos todos espíritos e todos somos filhos de Deus.
- Vamos sempre ser homem ou mulher em diferentes encarnações?
- Qual raça que nascemos em outras existências?
- Deus ama de forma diferente seus filhos?
5- Atividade Criativa
Os evangelizandos sentarão no chão em forma de círculo. Desenhar um círculo em uma folha que representará o planeta terra. Cada evangelizando terá o seu papel. Em cada círculo eles começarão a desenhar coisas que gostam e acham importantes de existir na terra. Após um minuto desenhando, o papel deve ser passado para o próximo evangelizando. Cada um deles desenhará no seu próprio papel e no dos colegas. O objetivo dessa atividade é mostrar que cada um pode colaborar com o próximo através de suas diferenças.
6-Harmonização Final:
Prece de agradecimento e encerramento.
7-Avaliação / Auto-Avaliação:
Evangelizadores: Juliana/Martha
Somos todos iguais perante Deus
Narrador: Olá, gente! Hoje vamos receber dois amigos: o Furustreco e a Mariazinha. Furustreco tem 11 anos, estuda na escola “Santa Maria Furustreco” e está no 6° ano. Tem muitos amigos, gosta de jogar volley, mas estudar que é bom... Ele é bastante preguiçoso...
Mariazinha tem 12 anos e é da mesma turma do Furustreco. Mariazinha já é mais calada. Ela adora escutar música e até foi ao show do Justin Bieber no Engenhão. Mas, além de música, Mariazinha gosta muito de ler.
No colégio, eles tiveram uma aula de religião e o tema foi “Lei da Igualdade”, quando foi dito que “todos somos iguais perante Deus”. Esse ‘papo’ de igualdade já tinha rolado na aula de história, quando se estudou a Revolução Francesa, que acabou com a monarquia e proclamou os princípios universais de “liberdade, igualdade e fraternidade”.
Eles gostaram da aula de religião, mas saíram cheios de dúvidas e vieram aqui hoje para tentar entender melhor essa questão da igualdade.
E, então, Furustreco, o que você não entendeu?
Furustreco: Meus amigos, se todos somos iguais, me expliquem porque a Mariazinha só tira 10 nas provas e eu sempre de recuperação...
Mariazinha: Mas Furustreco, essa eu mesmo posso te explicar: é porque eu estudo e você não! À cada um segundo suas obras... Amigos, vocês já estudaram a parábola dos talentos? Alguém, por favor, explica para ele...
Deixar a turma falar sobre a parábola dos talentos: cada um de nós recebe seus talentos e devemos trabalhar para que eles se multipliquem... Quando Furustreco não estuda, está enterrando seu talento...
Mariazinha: Mas uma coisa eu queria entender: você joga volley tão bem e eu sou um terror na quadra...
Furustreco: Lá em casa, mamãe diz que é porque temos diferentes “apitões”...
Mariazinha: APTIDÕES, Furustreco!!!! Ai, por favor, Narrador, lê aí o significado de “aptidão”.
Narrador: aptidão = qualidade inata (que nasce com o indivíduo). Habilidade ou capacidade adquirida.
Furustreco: a parte do “adquirida”, eu entendo. Afinal, quanto mais eu treino, melhor jogo. Mas, se nascemos com diferentes qualidades, como podemos dizer que somos iguais????
Mariazinha: Calma, amigo! Tem um livro que vai nos ajudar. É o Livro dos Espíritos. Amigos, por favor, alguém lê a pergunta 804 (pg 410) do L.D.E. Pode ler a parte que está marcada da resposta.
Alguém na turma lê o item 804 do L.D.E.
Furustreco: Alguém pode me explicar melhor???
Deixar que a turma explique melhor.
Mariazinha: Agora entendi!!!! Já sabemos que somos espíritos eternos e imortais, que já tivemos muitas passagens pela Terra, que chamamos de ... (deixar a turma completar – encarnações). Em cada encarnação, temos as oportunidades para nos desenvolvermos em alguma área. E assim, se nos esforçarmos, vamos desenvolvendo as nossas aptidões. Dessa forma, você joga volley bem e eu gosto de ler e por aí vai... Somos nós, ao longo de nossa caminhada, que vamos desenvolvendo diferentes aptidões... Mas todos nós temos as mesmas oportunidades ao longo de nossas muitas vidas...
Apresentar a foto do menino de rua.
Furustreco: Ah! Essa não! Olha para aquele menino de rua dormindo... Como dizer que ele está tendo as mesmas oportunidades que a gente?? Por que Deus nos deu tudo e à este menino, só misérias. Não somos todos iguais perante Deus?
Mariazinha: Amigos, por favor uma boa alma para ler a pergunta 814 do L.D.E (pg 414).
Alguém na turma lê o item 814 do L.D.E.
Furustreco: Eu entendi direito???? Como alguém pode escolher passar por isso???? Me expliquem por favor!!!!
Deixar a turma explicar.
Mariazinha: Tem sentido, Furustreco. Imagina que esse menino, numa outra vida, foi alguém muito rico. Deus lhe deu a riqueza para que ele pudesse ajudar os outros. Mas vamos imaginar que, tomado pelo orgulho e pelo egoísmo, ele não ajudou ninguém. Acumulou tudo para si, foi um patrão ruim, maltratou seus empregados... Bem, quando ele desencarna,... Lembra do filme “Nosso Lar”, do local para onde vai André Luiz? Através do sofrimento, ele percebe que o que fez foi errado. Ele colhe as conseqüências do que plantou (é a lei de Causa e Consequência) e se arrepende. O arrependimento sincero o coloca em posição de receber ajuda e ele pede à Deus por uma nova chance onde, passando pela mesma miséria que ele provocou aos outros, ele entenda o valor da riqueza como algo que deve beneficiar a todos.
Furustreco: Mas, ainda que tenha escolhido a prova da miséria, as pessoas poderiam ajudar esse menino e ele não estaria passando por tanta necessidade...
Mariazinha: Ah! Até parece!!!! Lembra quando nossas mães foram visitar o orfanato. Elas separaram nossas roupas que não cabiam mais na gente e o que foi que você fez? Não queria doar nada... Só deixou sua mãe levar aquelas roupas que já estavam desencarnando...
Furustreco: E, você, Mariazinha? Não deixou sua mãe levar nenhuma boneca. E você nem brinca mais com elas... (Num tom de deboche:)- Elas enfeitam o quarto...
Mariazinha: É, Furustreco! É bom a gente lembrar o maior mandamento que Jesus nos trouxe.
Furustreco: E qual é esse mandamento?
Mariazinha: O que a falta de estudo não faz com um ser humano... Amigos, qual a maior lei que Jesus nos trouxe.
Deixar a turma falar: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.”
Mariazinha: Se fizéssemos aos nossos semelhantes o que gostaríamos que nos fizessem, as desigualdades sociais não seriam tão grandes como vemos hoje. E falando nisso, você não sabe o que eu li num livro chamado Cidade do Sol. Ele fala sobre a situação da mulher num país chamado Afeganistão.
Apresentar a foto da mulher vestida com burca.
Mariazinha: Essas mulheres vivem uma situação terrível. Elas não têm direito a nada, até os hospitais delas são diferentes dos hospitais que atendem aos homens. E elas não podem trabalhar...
Furustreco: Só quem trabalha são os homens?
Mariazinha: E o pior é que se o chefe de família morre, elas não podem trabalhar para sustentar a casa e morrem na miséria e na fome.
Furustreco: Mas por que os homens desse país acham que têm mais direitos que a mulheres.
Mariazinha: Amigos, por favor, uma alma caridosa para ler a pergunta 818 (pág 415) do L.D.E.
Alguém na turma lê o item 818 do L.D.E.
Furustreco: Mas por que Deus não fez, então, a mulher tão forte quanto o homem? Aí não veríamos esses abusos.
Mariazinha: Mas, Furustreco, tudo na obra de Deus tem uma razão. Vejam a pergunta 819 (pg 415) do L.D.E.
Alguém na turma lê o item 819 do L.D.E.
Mariazinha: Entendeu, Furustreco? Ao dar menos força física, Deus concedeu à mulher maior sensibilidade e delicadeza. Já viu como as mulheres se tornam delicadas para tratar seus filhos? Homens e mulheres foram criados com essas diferenças para se ajudarem e se Deus deu força física aos homens é para que eles protejam os mais fracos e não para que os escravizem.
Furustreco: Então homens e mulheres devem ter os mesmos direitos?
Mariazinha: É claro! Igualdade de direitos, mas não de funções. E, no mais, é bom lembrar que espírito não tem sexo!!! A gente encarna como mulher ou como homem para vivenciar diferentes experiências... Mas isso é papo para outra aula.
Furustreco: Tá bom, Mariazinha! Acho que por hoje, já conseguimos entender melhor essa
Mariazinha tem 12 anos e é da mesma turma do Furustreco. Mariazinha já é mais calada. Ela adora escutar música e até foi ao show do Justin Bieber no Engenhão. Mas, além de música, Mariazinha gosta muito de ler.
No colégio, eles tiveram uma aula de religião e o tema foi “Lei da Igualdade”, quando foi dito que “todos somos iguais perante Deus”. Esse ‘papo’ de igualdade já tinha rolado na aula de história, quando se estudou a Revolução Francesa, que acabou com a monarquia e proclamou os princípios universais de “liberdade, igualdade e fraternidade”.
Eles gostaram da aula de religião, mas saíram cheios de dúvidas e vieram aqui hoje para tentar entender melhor essa questão da igualdade.
E, então, Furustreco, o que você não entendeu?
Furustreco: Meus amigos, se todos somos iguais, me expliquem porque a Mariazinha só tira 10 nas provas e eu sempre de recuperação...
Mariazinha: Mas Furustreco, essa eu mesmo posso te explicar: é porque eu estudo e você não! À cada um segundo suas obras... Amigos, vocês já estudaram a parábola dos talentos? Alguém, por favor, explica para ele...
Deixar a turma falar sobre a parábola dos talentos: cada um de nós recebe seus talentos e devemos trabalhar para que eles se multipliquem... Quando Furustreco não estuda, está enterrando seu talento...
Mariazinha: Mas uma coisa eu queria entender: você joga volley tão bem e eu sou um terror na quadra...
Furustreco: Lá em casa, mamãe diz que é porque temos diferentes “apitões”...
Mariazinha: APTIDÕES, Furustreco!!!! Ai, por favor, Narrador, lê aí o significado de “aptidão”.
Narrador: aptidão = qualidade inata (que nasce com o indivíduo). Habilidade ou capacidade adquirida.
Furustreco: a parte do “adquirida”, eu entendo. Afinal, quanto mais eu treino, melhor jogo. Mas, se nascemos com diferentes qualidades, como podemos dizer que somos iguais????
Mariazinha: Calma, amigo! Tem um livro que vai nos ajudar. É o Livro dos Espíritos. Amigos, por favor, alguém lê a pergunta 804 (pg 410) do L.D.E. Pode ler a parte que está marcada da resposta.
Alguém na turma lê o item 804 do L.D.E.
Furustreco: Alguém pode me explicar melhor???
Deixar que a turma explique melhor.
Mariazinha: Agora entendi!!!! Já sabemos que somos espíritos eternos e imortais, que já tivemos muitas passagens pela Terra, que chamamos de ... (deixar a turma completar – encarnações). Em cada encarnação, temos as oportunidades para nos desenvolvermos em alguma área. E assim, se nos esforçarmos, vamos desenvolvendo as nossas aptidões. Dessa forma, você joga volley bem e eu gosto de ler e por aí vai... Somos nós, ao longo de nossa caminhada, que vamos desenvolvendo diferentes aptidões... Mas todos nós temos as mesmas oportunidades ao longo de nossas muitas vidas...
Apresentar a foto do menino de rua.
Furustreco: Ah! Essa não! Olha para aquele menino de rua dormindo... Como dizer que ele está tendo as mesmas oportunidades que a gente?? Por que Deus nos deu tudo e à este menino, só misérias. Não somos todos iguais perante Deus?
Mariazinha: Amigos, por favor uma boa alma para ler a pergunta 814 do L.D.E (pg 414).
Alguém na turma lê o item 814 do L.D.E.
Furustreco: Eu entendi direito???? Como alguém pode escolher passar por isso???? Me expliquem por favor!!!!
Deixar a turma explicar.
Mariazinha: Tem sentido, Furustreco. Imagina que esse menino, numa outra vida, foi alguém muito rico. Deus lhe deu a riqueza para que ele pudesse ajudar os outros. Mas vamos imaginar que, tomado pelo orgulho e pelo egoísmo, ele não ajudou ninguém. Acumulou tudo para si, foi um patrão ruim, maltratou seus empregados... Bem, quando ele desencarna,... Lembra do filme “Nosso Lar”, do local para onde vai André Luiz? Através do sofrimento, ele percebe que o que fez foi errado. Ele colhe as conseqüências do que plantou (é a lei de Causa e Consequência) e se arrepende. O arrependimento sincero o coloca em posição de receber ajuda e ele pede à Deus por uma nova chance onde, passando pela mesma miséria que ele provocou aos outros, ele entenda o valor da riqueza como algo que deve beneficiar a todos.
Furustreco: Mas, ainda que tenha escolhido a prova da miséria, as pessoas poderiam ajudar esse menino e ele não estaria passando por tanta necessidade...
Mariazinha: Ah! Até parece!!!! Lembra quando nossas mães foram visitar o orfanato. Elas separaram nossas roupas que não cabiam mais na gente e o que foi que você fez? Não queria doar nada... Só deixou sua mãe levar aquelas roupas que já estavam desencarnando...
Furustreco: E, você, Mariazinha? Não deixou sua mãe levar nenhuma boneca. E você nem brinca mais com elas... (Num tom de deboche:)- Elas enfeitam o quarto...
Mariazinha: É, Furustreco! É bom a gente lembrar o maior mandamento que Jesus nos trouxe.
Furustreco: E qual é esse mandamento?
Mariazinha: O que a falta de estudo não faz com um ser humano... Amigos, qual a maior lei que Jesus nos trouxe.
Deixar a turma falar: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.”
Mariazinha: Se fizéssemos aos nossos semelhantes o que gostaríamos que nos fizessem, as desigualdades sociais não seriam tão grandes como vemos hoje. E falando nisso, você não sabe o que eu li num livro chamado Cidade do Sol. Ele fala sobre a situação da mulher num país chamado Afeganistão.
Apresentar a foto da mulher vestida com burca.
Mariazinha: Essas mulheres vivem uma situação terrível. Elas não têm direito a nada, até os hospitais delas são diferentes dos hospitais que atendem aos homens. E elas não podem trabalhar...
Furustreco: Só quem trabalha são os homens?
Mariazinha: E o pior é que se o chefe de família morre, elas não podem trabalhar para sustentar a casa e morrem na miséria e na fome.
Furustreco: Mas por que os homens desse país acham que têm mais direitos que a mulheres.
Mariazinha: Amigos, por favor, uma alma caridosa para ler a pergunta 818 (pág 415) do L.D.E.
Alguém na turma lê o item 818 do L.D.E.
Furustreco: Mas por que Deus não fez, então, a mulher tão forte quanto o homem? Aí não veríamos esses abusos.
Mariazinha: Mas, Furustreco, tudo na obra de Deus tem uma razão. Vejam a pergunta 819 (pg 415) do L.D.E.
Alguém na turma lê o item 819 do L.D.E.
Mariazinha: Entendeu, Furustreco? Ao dar menos força física, Deus concedeu à mulher maior sensibilidade e delicadeza. Já viu como as mulheres se tornam delicadas para tratar seus filhos? Homens e mulheres foram criados com essas diferenças para se ajudarem e se Deus deu força física aos homens é para que eles protejam os mais fracos e não para que os escravizem.
Furustreco: Então homens e mulheres devem ter os mesmos direitos?
Mariazinha: É claro! Igualdade de direitos, mas não de funções. E, no mais, é bom lembrar que espírito não tem sexo!!! A gente encarna como mulher ou como homem para vivenciar diferentes experiências... Mas isso é papo para outra aula.
Furustreco: Tá bom, Mariazinha! Acho que por hoje, já conseguimos entender melhor essa
Lei da Igualdade. E, valeu, amigos, pela ajuda que vocês nos deram.
Mariazinha: É verdade! Vocês nos ajudaram bastante! Bem, a gente volta numa próxima vez. Beijo para todos e fiquem com Deus.
Lei de Igualdade (Aula 27/2011)
Data: 15/10/2011
Harmonização (5 minutos): Prece inicial
1- Atividade Introdutória e Reflexiva (50 minutos) – Teatro de Fantoches:
1- Informar o tema da aula (que já deverá estar escrito no quadro – “Lei da Igualdade: Todos somos iguais perante Deus”) e explicar que estaremos fazendo um teatro de fantoches para melhor entender esta lei. (Postado em Histórias)
Pedir que uma das crianças seja o “narrador” do texto.
Os dois outros personagens (Furustreco e Mariazinha) serão feitos pelos evangelizadores.
Explicar que o L.D.E ficará com eles e, que em alguns momentos da peça, precisaremos de um voluntário para fazer a leitura de algumas perguntas e respostas do livro.
Obs: Os itens selecionados para leitura são: 804, 814, 818 e 819.
2- Execução da peça
2- Atividade Conclusiva (20 minutos):
Fazer uma discussão de fechamento, levando o grupo a levantar as principais questões que foram trabalhadas na peça e qual o entendimento que devemos ter sobre cada uma delas dentro da chamada Lei da Igualdade:
Prece final.
4- Avaliação / Auto-Avaliação:
Evangelizadores: Gilsa/Weber
Objetivos: Apresentar a Lei da Igualdade natural, segundo a qual todos somos iguais perante Deus. Despertar neles algumas reflexões que os levem a entender esta lei no contexto das desigualdades sociais, de aptidões e das desigualdades dos direitos do homem e da mulher, as quais ainda existem em alguns países. Ressaltar que as desigualdades sociais poderiam ser amenizadas pela prática da caridade.
1- Atividade Introdutória e Reflexiva (50 minutos) – Teatro de Fantoches:
1- Informar o tema da aula (que já deverá estar escrito no quadro – “Lei da Igualdade: Todos somos iguais perante Deus”) e explicar que estaremos fazendo um teatro de fantoches para melhor entender esta lei. (Postado em Histórias)
Pedir que uma das crianças seja o “narrador” do texto.
Os dois outros personagens (Furustreco e Mariazinha) serão feitos pelos evangelizadores.
Explicar que o L.D.E ficará com eles e, que em alguns momentos da peça, precisaremos de um voluntário para fazer a leitura de algumas perguntas e respostas do livro.
Obs: Os itens selecionados para leitura são: 804, 814, 818 e 819.
2- Execução da peça
2- Atividade Conclusiva (20 minutos):
Fazer uma discussão de fechamento, levando o grupo a levantar as principais questões que foram trabalhadas na peça e qual o entendimento que devemos ter sobre cada uma delas dentro da chamada Lei da Igualdade:
· Desigualdades das aptidões;
· Desigualdades sociais (através do menino de rua) – prova da riqueza e da miséria;
· Desigualdades dos direitos dos homens e das mulheres;
3- Harmonização Final (5 minutos):Prece final.
4- Avaliação / Auto-Avaliação:
Confecção de brinquedos e utilidadades com garrafas pet
Vai e Vem
Bilboquê
Fantoches
Porta canetas
Carrinhos
Vassoura
Puff
Flores
Oficina do Dia das Crianças (Aula 26/2011)
Data: 08/10/2011
Objetivo: Desenvolver o conceito de reciclagem, reutilização e cuidados com o lixo que produzirmos para cuidarmos melhor do planeta.
Oficina de criação de brinquedos com garrafas pet e puffs para sentar, envolvendo criançasd e pais.
Objetivo: Desenvolver o conceito de reciclagem, reutilização e cuidados com o lixo que produzirmos para cuidarmos melhor do planeta.
Oficina de criação de brinquedos com garrafas pet e puffs para sentar, envolvendo criançasd e pais.
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico são nocivos ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas, esterilizadas e reutilizadas, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as mesmas garrafas, umas tantas vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o um carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a tela era do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que, não se sabe como será descartado depois.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama. Era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Recarregávamos as canetas com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Usávamos navalhas, ao invés de aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.
E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Minha geração VIVEU uma onda verde!
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada para viver um pouco como na minha época?
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico são nocivos ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas, esterilizadas e reutilizadas, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as mesmas garrafas, umas tantas vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o um carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas e não estas máquinas bamboleantes de 220 volts.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a tela era do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que, não se sabe como será descartado depois.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama. Era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Recarregávamos as canetas com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Usávamos navalhas, ao invés de aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.
E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Minha geração VIVEU uma onda verde!
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não queira abrir mão de nada para viver um pouco como na minha época?
Vídeos sobre confecção de brinquedos postados em Vídeos
Você avalia o que tem? (Edmundo Teixeira)
VOCÊ AVALIA O QUE TEM?
Edmundo Teixeira
A mulher reclamava que a casa era pequena e desagradável. Mas o marido não podia, no momento, assumir compromissos. Ela insistia, exigia e até o levou ao rabino para força-lo. O experiente sacerdote ouviu-os pacientemente e perguntou que animais tinham eles na chácara. Responderam que possuíam uma vaca, uma cabra e galinhas. Então o rabino determinou: “Levem a vaca para dentro de casa e voltem a falar comigo daqui a um mês!” A mulher empalideceu e saiu furiosa.
Um mês depois retornaram ao rabino e, quando este notou os olhares faiscantes da mulher, sentenciou: “Ponham também a cabra dentro da casa e retornem daqui a dois meses!”
Na data aprazada lá estavam de volta, e a mulher se lamuriou da sujeira e dos prejuízos, pois a cabra devorava tudo. Mas o rabino trovejou: “Agora levem também as galinhas para dentro! E voltem só daqui a três meses!”
Foi um martírio. Quando voltaram estavam arrasados e se sentaram silenciosos. “Como vão as coisas?” - indaga o rabino. Ela olha e dá de ombros, resignada. Então o rabino concedeu: “Tirem as galinhas e voltem daqui a dois meses!”
Levantaram-se mais animados e se foram. No dia determinado lá estavam, esperançados. A mulher descreveu as melhoras e o rabino falou: “Agora tirem a cabra e voltem daqui a um mês!”
Voltaram no dia marcado, sorridentes, esperando a boa notícia, que veio: “Podem tirar a vaca!”
No dia da reunião na sinagoga, a mulher comentava feliz com o rabino: “Minha casa está uma maravilha. Pintamo-la. Está ampla e bonita!”
(Da sabedoria judaica)
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Muitas vezes a vida nos corrige, de modo semelhante, as importunas e inoportunas insatisfações. Só está preparado para receber mais aquele que avalia e dá graças pelo que tem.
Lei de Destruição (Aula 26/2011)
Data: 01/10/2011
OBJETIVOS:
Diferenciar a destruição necessária para que se complete o ciclo da natureza e a destruição abusiva, que é contrária as Leis de Deus. Reconhecer que o desperdício é um gesto de egoísmo e de desrespeito à Natureza e ao próximo. Identificar as atitudes de desperdícios que todos têm todos os dias.
Harmonização (5 minutos):
Leitura L.E. Cap. I –Parte 3ª – Questão 614
1-Atividade Introdutória (10 minutos):
Pegar vários materiais diferentes (casca de banana, lápis. Lata velha, borracha) e colocá-los sobre a mesa. Perguntar às crianças porque uns devem ser guardados e outros jogados fora? E se não jogássemos?
2-Atividade Dinâmica (30 minutos):
Dividir o grupo em duplas e brincar com o jogo da Ecologia. Em seguida fazer a leitura da p. 84 Livrinho dos Espíritos “A destruição é uma Lei da Natureza?”
3-Atividade Reflexiva (15 minutos):
Todos sentados em roda, distribuir uma folha e uma canetinha para cada evangelizando, ao som da música pedir que desenhem elementos que compõem a Natureza, quando a música parar cada criança deverá passar a folha para o amigo do lado. E assim sucessivamente até que a folha chegue ao respectivo dono. Após todos desenharem, pedir que observem o desenho. Concluir com leitura em conjunto do texto “Você avalia o que tem?” (Postado em Histórias)
4-Atividade Conclusiva (15 Minutos):
Ler p. 73 Livrinho dos Espíritos. Eterna e imutável, a Lei de Deus ou Lei Natural é perfeita, existe desde a eternidade, e nela se baseia a harmonia existente nos Universos material e moral. Os Espíritos nos ensinam que todas as Leis da Natureza são Divinas, pois seu autor é Deus. Kardec explica que entre as Leis divinas, existem as Leis Físicas (estudadas pela Ciência) e as Leis Morais que regem a atitude do homem com relação a si próprio, aos outros e a Deus. A cada nova encarnação, na medida em que progredimos, vamos penetrando mais e mais na compreensão dessas Leis, especialmente no que diz respeito à distinção entre o bem e o mal. Deus confiou a certos hoemens, espíritos superiores, uma importante missão: revelar aà Humanidade sua Lei, promovendo assim o progresso dos mundos.
5-Harmonização Final (5 minutos):
Prece de agradecimento e encerramento.
6- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):
Referências: Livro dos Espíritos - Cap.VI - Lei de Destruição-item 451 a 463 ; O livrinho dos Espíritos-p.84 a 89- Laura Bergallo;I
OBJETIVOS:
Diferenciar a destruição necessária para que se complete o ciclo da natureza e a destruição abusiva, que é contrária as Leis de Deus. Reconhecer que o desperdício é um gesto de egoísmo e de desrespeito à Natureza e ao próximo. Identificar as atitudes de desperdícios que todos têm todos os dias.
Harmonização (5 minutos):
Leitura L.E. Cap. I –Parte 3ª – Questão 614
1-Atividade Introdutória (10 minutos):
Pegar vários materiais diferentes (casca de banana, lápis. Lata velha, borracha) e colocá-los sobre a mesa. Perguntar às crianças porque uns devem ser guardados e outros jogados fora? E se não jogássemos?
2-Atividade Dinâmica (30 minutos):
Dividir o grupo em duplas e brincar com o jogo da Ecologia. Em seguida fazer a leitura da p. 84 Livrinho dos Espíritos “A destruição é uma Lei da Natureza?”
3-Atividade Reflexiva (15 minutos):
Todos sentados em roda, distribuir uma folha e uma canetinha para cada evangelizando, ao som da música pedir que desenhem elementos que compõem a Natureza, quando a música parar cada criança deverá passar a folha para o amigo do lado. E assim sucessivamente até que a folha chegue ao respectivo dono. Após todos desenharem, pedir que observem o desenho. Concluir com leitura em conjunto do texto “Você avalia o que tem?” (Postado em Histórias)
4-Atividade Conclusiva (15 Minutos):
Ler p. 73 Livrinho dos Espíritos. Eterna e imutável, a Lei de Deus ou Lei Natural é perfeita, existe desde a eternidade, e nela se baseia a harmonia existente nos Universos material e moral. Os Espíritos nos ensinam que todas as Leis da Natureza são Divinas, pois seu autor é Deus. Kardec explica que entre as Leis divinas, existem as Leis Físicas (estudadas pela Ciência) e as Leis Morais que regem a atitude do homem com relação a si próprio, aos outros e a Deus. A cada nova encarnação, na medida em que progredimos, vamos penetrando mais e mais na compreensão dessas Leis, especialmente no que diz respeito à distinção entre o bem e o mal. Deus confiou a certos hoemens, espíritos superiores, uma importante missão: revelar aà Humanidade sua Lei, promovendo assim o progresso dos mundos.
5-Harmonização Final (5 minutos):
Prece de agradecimento e encerramento.
6- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):
Referências: Livro dos Espíritos - Cap.VI - Lei de Destruição-item 451 a 463 ; O livrinho dos Espíritos-p.84 a 89- Laura Bergallo;I
Evangelizadores: Danielle/Paulo César
Lei de Destruição (Aula 26/2011)
Data: 01/10/2011
1- Harmonização Inicial (5 Minutos):
Sensibilização, solicitando às crianças que mentalizem a sua residência, o nosso Mestre Jesus e seus familiares. De mãos dadas, recebemos de Jesus o seu AMOR e a Sua luz, que contagia e limpa o ambiente. Vamos agora compartilhar esta luz, este Amor, com as pessoas que conhecemos. Se houver algum irmão que tenhamos magoado, vamos pedir perdão a este irmão e convidá-lo para se juntar ao círculo que formamos. Vamos agradecer ao Pai, Mestre Jesus e dar Graças a Deus.
2- Atividade Introdutória / Reflexiva (35 minutos):
- Informar o tema da aula e o objetivo, interagindo com as crianças a respeito da destruição que podemos causar aos outros e a nós mesmos. Pedir às Crianças que dêem exemplos (Drogas, Violência física ou verbal, pensamentos, suicídio).
1) Quem usa droga fica mais agressivo?
2) Se uma mãe durante a gravidez, utilizar drogas, fumo ou álcool, poderá causar problemas à criança?
3) O uso de drogas estimula a violência, crimes, roubo?
4) Quem utiliza drogas uma única vez poderá ficar viciado?
5) Quem não gosta de estudar e de não fazer nada está cometendo ato de violência contra si mesmo?
6) Como devo me relacionar com as pessoas com quem convivo? Qual a importância de “Cativar Amigos”?
7) Quantas vezes devemos perdoar ao nosso próximo, 7 vezes ou 70 vezes 7 vezes?
8) Por que devemos nos reconciliar com os nossos adversários?
4- Harmonização Final (5 minutos):
Prece Final.
5- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):
Evangelizadores: Gilsa/Weber
Objetivos: Não Violência e Perdão
1- Harmonização Inicial (5 Minutos):
Sensibilização, solicitando às crianças que mentalizem a sua residência, o nosso Mestre Jesus e seus familiares. De mãos dadas, recebemos de Jesus o seu AMOR e a Sua luz, que contagia e limpa o ambiente. Vamos agora compartilhar esta luz, este Amor, com as pessoas que conhecemos. Se houver algum irmão que tenhamos magoado, vamos pedir perdão a este irmão e convidá-lo para se juntar ao círculo que formamos. Vamos agradecer ao Pai, Mestre Jesus e dar Graças a Deus.
2- Atividade Introdutória / Reflexiva (35 minutos):
- Informar o tema da aula e o objetivo, interagindo com as crianças a respeito da destruição que podemos causar aos outros e a nós mesmos. Pedir às Crianças que dêem exemplos (Drogas, Violência física ou verbal, pensamentos, suicídio).
- Violência a si mesmo: Perguntar às crianças se elas sabem das conseqüências para quem utiliza drogas, fumo e álcool. Direcionar as respostas para a dificuldade de aprendizado, preguiça, falta de memória, concentração / atenção, dependência química (vícios e a difícil recuperação), gravidez, doenças como câncer (pulmão, boca, laringe, fígado,...). Violência contra a própria vida.- Violência ao próximo: Perguntar sobre os tipos de violência que podemos fazer aos nossos irmãos, inclusive àquelas que por vezes fazemos e que simplesmente não nos damos conta. Ex: Linguagem dura, agressiva, brincadeiras de mau gosto como chacotas, apelidos pejorativos, que podem parecer engraçados, mas que também podem ferir os sentimentos de nosso irmão, brigas (violência física).- Se algum “irmão” cometer algum ato de violência contra nós, por mais que nos machuque, devemos perdoá-lo? “Se teu irmão pecar contra ti, vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Então, Pedro, aproximando-se lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes se vezes.” (Mateus,XVIII:15,21-22).3- Atividade Dinâmica / Conclusiva (30 Minutos):- Dividir as crianças em grupos de forma que reflitam, respondam e apresentem o comentário sobre as perguntas abaixo, reforçando as respostas, se necessário:
1) Quem usa droga fica mais agressivo?
2) Se uma mãe durante a gravidez, utilizar drogas, fumo ou álcool, poderá causar problemas à criança?
3) O uso de drogas estimula a violência, crimes, roubo?
4) Quem utiliza drogas uma única vez poderá ficar viciado?
5) Quem não gosta de estudar e de não fazer nada está cometendo ato de violência contra si mesmo?
6) Como devo me relacionar com as pessoas com quem convivo? Qual a importância de “Cativar Amigos”?
7) Quantas vezes devemos perdoar ao nosso próximo, 7 vezes ou 70 vezes 7 vezes?
8) Por que devemos nos reconciliar com os nossos adversários?
4- Harmonização Final (5 minutos):
Prece Final.
5- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):
Evangelizadores: Gilsa/Weber
Lei de Destruição (Aula 26/2011)
Data: 01/10/11
2- Atividade Introdutória e Reflexiva:
Ler algumas situações e pedir às crianças que façam comentários:
2.1- Uma moça pensando que o inverno estava próximo e faria muito frio, foi fazer compras. Viu nas vitrines várias opções, lindas roupas, de todo o tipo. Chamou a atenção dela, porém, um lindo casaco de peles. Resolveu entrar para experimentar.
Gostou muito do casaco, era exatamente o que ela tinha imaginado para aquecer-se no inverno. Já ia comprá-lo, quando de repente, ouviu uma voz que dizia:
- Você vai sair por ai, com um pobre bicho morto enrolado em você?
O que você acha que ela fez?
2.2 - José é um moço muito educado, ele está estudando para ser juiz. Conhece muito as leis, e já é advogado. Ele costuma ser muito ético e correto em tudo o que faz.
José, porém, não defende criminosos, pois ele acha que quem matou alguém merece a pena de morte.
Qual a sua opinião a respeito? Ele está correto?
2.3 - André está programando suas férias. Um grande amigo seu o convidou para irem a um safári (viagem com fins de caçar animais esportivamente, ou seja, não para comer e sim por diversão). André ficou pensativo. Responda você, o que André deve dar como resposta ao amigo.
2.4 - Joana gosta muito de animais. Ela sabe que são seres criados por Deus, e que estão evoluindo, assim como nós, os seres humanos. Ela tem pensado muito em se tornar vegetariana, fazendo uma pequena parte para que menos animais morram. O que você acha disso?
2.5 - Pedro mora em um lugar que foi quase completamente destruído por um tsunami. Ele perdeu vários amigos e sua casa. A vida no vilarejo onde ele mora está sendo reconstruída aos poucos. Por que você acha que aconteceu essa tragédia? Como Pedro deve agir neste momento difícil?
· Fazer no quadro o desejo do ciclo das plantas: ”As folhas e frutos das árvores amadurecem e caem no solo – o vento carrega as sementes e folhas e as mistura ao solo – as sementes e folhas se transformam em adubo para a terra, assim como as fezes e animais em decomposição toda matéria é retornável”. Comentar que devemos fazer igual a natureza transformar o feio em bonito./ O inútil em útil.
3- Atividade Dinâmica:
· Distribuir figuras com destruição abusiva e necessária, pedir que eles colem no cartaz, que já estará separado por Destruição Abusiva e Destruição Necessária.
· Entregar copinho de café/ feijão e algodão para que eles montem o seu pé de feijão e que todos deverão cuidar dele, se não cuidar ele acabará morrendo.
4- Harmonização Final:
Prece final
5- Avaliação / Auto-Avaliação:
Objetivo: Diferenciar a destruição necessária que é se complete o ciclo da natureza e da destruição abusiva que é contrária à lei de Deus.
1- Harmonização:
Prece inicial2- Atividade Introdutória e Reflexiva:
Ler algumas situações e pedir às crianças que façam comentários:
2.1- Uma moça pensando que o inverno estava próximo e faria muito frio, foi fazer compras. Viu nas vitrines várias opções, lindas roupas, de todo o tipo. Chamou a atenção dela, porém, um lindo casaco de peles. Resolveu entrar para experimentar.
Gostou muito do casaco, era exatamente o que ela tinha imaginado para aquecer-se no inverno. Já ia comprá-lo, quando de repente, ouviu uma voz que dizia:
- Você vai sair por ai, com um pobre bicho morto enrolado em você?
O que você acha que ela fez?
2.2 - José é um moço muito educado, ele está estudando para ser juiz. Conhece muito as leis, e já é advogado. Ele costuma ser muito ético e correto em tudo o que faz.
José, porém, não defende criminosos, pois ele acha que quem matou alguém merece a pena de morte.
Qual a sua opinião a respeito? Ele está correto?
2.3 - André está programando suas férias. Um grande amigo seu o convidou para irem a um safári (viagem com fins de caçar animais esportivamente, ou seja, não para comer e sim por diversão). André ficou pensativo. Responda você, o que André deve dar como resposta ao amigo.
2.4 - Joana gosta muito de animais. Ela sabe que são seres criados por Deus, e que estão evoluindo, assim como nós, os seres humanos. Ela tem pensado muito em se tornar vegetariana, fazendo uma pequena parte para que menos animais morram. O que você acha disso?
2.5 - Pedro mora em um lugar que foi quase completamente destruído por um tsunami. Ele perdeu vários amigos e sua casa. A vida no vilarejo onde ele mora está sendo reconstruída aos poucos. Por que você acha que aconteceu essa tragédia? Como Pedro deve agir neste momento difícil?
· Fazer no quadro o desejo do ciclo das plantas: ”As folhas e frutos das árvores amadurecem e caem no solo – o vento carrega as sementes e folhas e as mistura ao solo – as sementes e folhas se transformam em adubo para a terra, assim como as fezes e animais em decomposição toda matéria é retornável”. Comentar que devemos fazer igual a natureza transformar o feio em bonito./ O inútil em útil.
3- Atividade Dinâmica:
· Distribuir figuras com destruição abusiva e necessária, pedir que eles colem no cartaz, que já estará separado por Destruição Abusiva e Destruição Necessária.
·
4- Harmonização Final:
Prece final
5- Avaliação / Auto-Avaliação:
Evangelizadoras: Juliana e Martha
Necessário e Supérfluo (Aula 25/2011)
Data: 17/09/2011
2- Atividade Introdutória (15 minutos)
Distribuir uma folha de papel e ensinar as crianças a fazerem um barquinho.
Explicar que cada um irá fazer uma viagem imaginária no seu barco para uma ilha e terá o direito de levar apenas 03 (três) coisas.
2- Atividade Reflexiva (duração: 25 minutos)
Pedir que cada criança fale as três coisas que escolheu, justificando-as, que serão anotadas no quadro.
2.1 - Pedir às crianças que debatam e enumerem em ordem de prioridade o que mais for necessário para a sobrevivência na ilha.
2.2 – Explicar que existem necessidades básicas, ou seja, indispensáveis para a vida. Precisamos por exemplo:
- De alimento e água para sobrevivermos em qualquer lugar.
- De casaco se estivermos numa região fria. Esse casaco precisa aquecer o corpo, mas pode ser simples. Ou pode ser bordado, ou com etiqueta de marca famosa; isso é supérfluo, isto é, não faz falta porque não influi na sua finalidade.
2.3 – Concluir dizendo:
Nem sempre as coisas que queremos ou gostamos é o que necessitamos. Precisamos de roupa, mas não precisa ser “de marca”. A marca é supérflua.
Outras coisas possuem um valor relativo, ou seja, tornam-se necessárias em certas situações e em outras não. Pedir exemplos...
“Em uma sociedade justa, todos terão direito, através do trabalho, a ter suas necessidades básicas atendidas”.
3 - Atividade Dinâmica/Criativa (duração: 25 minutos)
3.1 – Dividir as crianças em subgrupos.
3.2 – Distribuir uma folha de papel para cada criança, pedindo que elas dobrem a folha ao meio; pedir que elas desenhem em uma metade da folha o local em que cada um desejaria ir numa grande aventura, e na outra metade o que realmente necessitam levar para a viagem.
4 - Harmonização Final (duração: 5 minutos)
Fazer o relaxamento, pensando em um local agradável. Pode ser um campo florido... uma praia... Sentir a tranqüilidade deste lugar. Perceber que neste local você tem tudo o que precisa. Você dá valor ao ar que respira... ao céu lindo.... ao seu corpo tão útil.
5- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):
Objetivos: Identificar os benefícios de uma vida simples, sem ostentações e a necessidade de desenvolver a felicidade desvinculada dos bens materiais.
1- Sensibilização Inicial (5 minutos)
Prece Inicial.2- Atividade Introdutória (15 minutos)
Distribuir uma folha de papel e ensinar as crianças a fazerem um barquinho.
Explicar que cada um irá fazer uma viagem imaginária no seu barco para uma ilha e terá o direito de levar apenas 03 (três) coisas.
2- Atividade Reflexiva (duração: 25 minutos)
Pedir que cada criança fale as três coisas que escolheu, justificando-as, que serão anotadas no quadro.
2.1 - Pedir às crianças que debatam e enumerem em ordem de prioridade o que mais for necessário para a sobrevivência na ilha.
2.2 – Explicar que existem necessidades básicas, ou seja, indispensáveis para a vida. Precisamos por exemplo:
- De alimento e água para sobrevivermos em qualquer lugar.
- De casaco se estivermos numa região fria. Esse casaco precisa aquecer o corpo, mas pode ser simples. Ou pode ser bordado, ou com etiqueta de marca famosa; isso é supérfluo, isto é, não faz falta porque não influi na sua finalidade.
2.3 – Concluir dizendo:
Nem sempre as coisas que queremos ou gostamos é o que necessitamos. Precisamos de roupa, mas não precisa ser “de marca”. A marca é supérflua.
Outras coisas possuem um valor relativo, ou seja, tornam-se necessárias em certas situações e em outras não. Pedir exemplos...
“Em uma sociedade justa, todos terão direito, através do trabalho, a ter suas necessidades básicas atendidas”.
3 - Atividade Dinâmica/Criativa (duração: 25 minutos)
3.1 – Dividir as crianças em subgrupos.
3.2 – Distribuir uma folha de papel para cada criança, pedindo que elas dobrem a folha ao meio; pedir que elas desenhem em uma metade da folha o local em que cada um desejaria ir numa grande aventura, e na outra metade o que realmente necessitam levar para a viagem.
4 - Harmonização Final (duração: 5 minutos)
Fazer o relaxamento, pensando em um local agradável. Pode ser um campo florido... uma praia... Sentir a tranqüilidade deste lugar. Perceber que neste local você tem tudo o que precisa. Você dá valor ao ar que respira... ao céu lindo.... ao seu corpo tão útil.
5- Avaliação / Auto-Avaliação (duração: 5 minutos):
Evangelizadores: Gilsa /Weber
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